quinta-feira, 26 de junho de 2008

A Investigação Educacional...

O conceito de investigar é um termo que, muitas vezes, é usado em sentido lato para descrever um certo tipo de actividade a que se associam características, tais como, descoberta, exploração, pesquisa, autonomia, tomada de decisões, espírito crítico e deste modo posso afirmar que investigar passa por ''procurar'', ''confirmar'', ''aprofundar'', ''experimentar'' ou ''esclarecer''. A investigação dita quantitativa tem sido o paradigma dominante da investigação em educação. Na boa verdade, muitos dos resultados mais relevantes que influenciam a forma como se ensina ou se aprende foram obtidos através de estudos tipicamente quantitativos. Assim, os investigadores utilizam de forma sistemática processos de medida, métodos experimentais, análise estatística de dados, identificar ralações causais com a finalidade de descrever situações educacionais de forma rigorosa.
Na realidade, quando os investigadores em educação consideram os métodos qualitativos limitados ou inapropriados optam pela investigação qualitativa, pois neste tipo de investigação, os investigadores inspiram-se nos métodos utilizados na investigação antropológica e etnográfica.
Ao perspectivarmos a investigação educacional em sentido abrangente, isto é, englobando estudos históricos e comparativos, análises e reflexões teóricas, construção de instrumentos de observação, descrição e diagnóstico de situação, avaliação de necessidades, propostas fundamentadas de mudança, planeamento e avaliação de medidas de política educativa e de inovação pedagógica, pesquisas experimentais ou qualitativas e estudos de Investigação-acção, pode dizer-se que quase não há tema educativo que não tenha sido objecto de investigação educacional ou metodologia de investigação que não tenha sido ensaiada.
E temos à vista grandes evoluções, mas igualmente grandes impasses...
“Em tempos de incertezas, de grandes urgências, de esgotamentos e indecisões, talvez convenha uma certa revisão e uma certa reflexão, reapreciando conhecimentos que julgámos tão definitivos.”
Maria Lúcia Rodrigues

terça-feira, 17 de junho de 2008

Transformação de dados em informação


Tendo como base os apontamentos e a apresentação PowerPoint da aula, fornecidos pela Prof. Clara fiz o meu último mapa de conceitos desta unidade curricular, que diz respeito à transformação dos dados em informação.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Exercício Prático - Análise de dados - SPSS


Exercício Prático - Criação de um ficheiro de dados - SPSS

EXERCÍCIO PRÁTICO: Criação de um ficheiro de dados em SPSS

Objectivos:
1. Criar um ficheiro de dados em SPSS
2. Organizar ficheiro de dados em três variáveis: numero ordem (ordinal), género (nominal) e pontuação no teste (intervalo).

1.1 Definir as variáveis
1.2 Criação do ficheiro de dados

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Entrando no SPSS...

Na última aula abordamos e espreitamos o SPSS com um pequeno exercício. Este programa de tratamento de dados, na realidade para mim não é novidade, mas como gosto imenso das suas funcionalidades, ainda bem que a prof. clara decidiu tocar no assunto.
É impressionante a quantidade de análises que podemos ter do cruzamento de dados com apenas alguns cliques.
Para quem não sabe o SPSS é uma aplicação de tratamento estatístico de dados. Permite realizar cálculos estatísticos complexos, visualizar resultados, de forma rápida permitindo assim uma interpretação dos resultados obtidos. Podemos desta forma interpretar frequências, cruzamentos de variáveis, gráficos, tabelas, etc.

Apresentação e tratamento de dados

Durante uma investigação e depois de realizadas anteriores, podemos então falar do tratamento dos dados da investigação. Este tem procedimentos próprios e regista-se a interdependência entre dados empíricos e processos intelectuais de teorização.
Podemos ler nas google docs da Prof. Clara Coutinho, segundo Miles e Huberman (1984, p.24), que definem esta fase de tratamento dos dados como a “estruturação de um conjunto de informações que vai permitir tirar conclusões e tomar decisões”. Segundo eles, a operação de apresentação de dados é, por vezes, negligenciada e é sem dúvida, de extrema utilidade na redacção do relatório final, uma vez que os textos narrativos são compostos por informações dispersas, vagamente estruturadas e difíceis de reter.É por isso que a organização dos dados corresponde a uma fase determinante da análise:
Permite ao investigador uma representação dos dados num espaço visual reduzido;
Auxilia a planificação de outras análises;
Facilita a comparação entre diferentes conjunto de dados;
Garante a utilização directa dos dados no relatório final.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Exercício Prático Nº 2

Foi proposto a resolução de um exercício prático em papel quadriculado na aula de hoje.
Podem consultar a mesma clicando aqui...