Durante uma investigação e depois de realizadas anteriores, podemos então falar do tratamento dos dados da investigação. Este tem procedimentos próprios e regista-se a interdependência entre dados empíricos e processos intelectuais de teorização.
Podemos ler nas google docs da Prof. Clara Coutinho, segundo Miles e Huberman (1984, p.24), que definem esta fase de tratamento dos dados como a “estruturação de um conjunto de informações que vai permitir tirar conclusões e tomar decisões”. Segundo eles, a operação de apresentação de dados é, por vezes, negligenciada e é sem dúvida, de extrema utilidade na redacção do relatório final, uma vez que os textos narrativos são compostos por informações dispersas, vagamente estruturadas e difíceis de reter.É por isso que a organização dos dados corresponde a uma fase determinante da análise:
Permite ao investigador uma representação dos dados num espaço visual reduzido;
Auxilia a planificação de outras análises;
Facilita a comparação entre diferentes conjunto de dados;
Garante a utilização directa dos dados no relatório final.
Podemos ler nas google docs da Prof. Clara Coutinho, segundo Miles e Huberman (1984, p.24), que definem esta fase de tratamento dos dados como a “estruturação de um conjunto de informações que vai permitir tirar conclusões e tomar decisões”. Segundo eles, a operação de apresentação de dados é, por vezes, negligenciada e é sem dúvida, de extrema utilidade na redacção do relatório final, uma vez que os textos narrativos são compostos por informações dispersas, vagamente estruturadas e difíceis de reter.É por isso que a organização dos dados corresponde a uma fase determinante da análise:
Permite ao investigador uma representação dos dados num espaço visual reduzido;
Auxilia a planificação de outras análises;
Facilita a comparação entre diferentes conjunto de dados;
Garante a utilização directa dos dados no relatório final.
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